Casos de conjuntivite aumentam no verão; veja que cuidados tomar para evitar contaminação

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Basta chegar o verão e a conjuntivite dá as caras. Nesta época do ano, a inflamação encontra as condições ideais para atacar os olhos das pessoas: sol, festas, praia, piscinas e calor. No verão baiano, a chegada do Carnaval aumenta ainda mais a probabilidade de contrair a doença. As muitas festas, ensaios e festivais são ambientes perfeitos para a conjuntivite se instalar. A doença é a inflamação da conjuntiva, membrana que reveste a parte a frente do globo ocular, e o interior das pálpebras. Algumas das causas são impurezas contidas em poluição, maquiagem, cloro de piscina ou, ainda, aglomeração de pessoas. De acordo com o médico oftalmologista Leandro Lobo, especialista em Oftalmologia Geral e Coordenador da Emergência do DayHORC – Hospital de Olhos Rui Cunha, a doença pode ser de três tipos: viral, bacteriana ou alérgica. A inflamação pode durar entre uma e duas semanas, dependendo do tipo. A conjuntivite alérgica é a mais comum entre as três e ocorre, geralmente, em pessoas que já possuem algum tipo de alergia, e não é contagiosa. Já a bacteriana requer mais atenção e cuidado, pois é contagiosa e de longa duração. Para evitar a contaminação, medidas básicas podem ser tomadas. Não levar mãos sujas aos olhos e não compartilhar dos mesmos óculos, colírios ou maquiagens de pessoas com conjuntivite são algumas delas. A orientação de Lobo é procura ajuda profissional ao primeiro sintoma. “É muito importante que a conjuntivite seja diagnosticada logo no início, para tratá-la e evitar a contaminação, e não estragar as férias e a diversão de ninguém”, afirma.

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